quarta-feira, 30 de julho de 2014

Profº Alexis

Olá galera !
Esse é mais um dos nossos professores aqui do BATERAS BEAT BRASILIA!
Atualmente , toca na banda Down Jones e faz show por ai, além de ser um excelente professor é um excelente músico também!



Confira um vídeo da banda dele :



E ai, gostou? Então venha fazer sua Matrícula , pois  poucas vagas !

Para mais detalhes e informações consulte a Secretária.

TELS: 3242-8755/8289-3626
W3 Sul QD 510 Bloco B Entrada 67 Asa Sul

terça-feira, 29 de julho de 2014

Adriel Sorriso, o professor!

As aulas do Adriel são desse jeito, com muita alegria,estudo e o aluno ainda tem direito a gravação que vídeo !!! 
Além de ser fera, Adriel sorriso é um ótimo professor. Então, quer ter aulas com ele? Venha se inscrever aqui no Bateras Beat Brasilia !






Instrumentos musicais africanos

O Continente africano vive em pauta na mídia e, na maioria das vezes, por seus problemas sociais, econômicos, políticos, conflitos entre grupos separatistas, diversas doenças, entre outros aspectos negativos. No entanto, pouco se destaca sobre a pluralidade cultural que o povo desse continente apresenta, contribuindo com elementos culturais em várias outras nações do mundo, e fortemente ligados ao Brasil.

As principais características dos africanos são a musicalidade e suas danças compostas por diferentes ritmos e instrumentos. A criatividade proporcionou a criação de vários instrumentos musicais, entre eles podemos destacar:

Afoxé – é um instrumento musical de percussão formado por uma cabaça redonda coberta por uma rede de bolinhas ao redor de seu corpo. O som é produzido quando se giram as bolinhas em um sentido, e o cabo no sentido oposto. É um instrumento musical muito utilizado nos rituais de umbanda e pelos grupos de samba e reggae.
Agogô – instrumento musical percussivo composto de duas a quatro campânulas (objeto em forma de sino) de tamanhos diferentes, ligadas entre si pelos vértices. É o instrumento mais antigo do samba.
Berimbau – é um instrumento de corda usado para fazer percussão na capoeira. É um arco feito de uma vara de madeira, de comprimento aproximado de 1,20m a 1,60m, e um fio de aço (arame) preso nas extremidades da vara. Em uma das extremidades do arco é fixada uma cabaça que funciona como caixa de ressonância. Para a realização do som, é necessária a utilização de uma pedra ou moeda, vareta e caxixi.

Berimbau
Caxixi – é um instrumento de percussão que corresponde a um pequeno cesto de palha trançada contento sementes ou arroz para a produção do som. Esse objeto é um complemento do berimbau.

Cuíca – consiste numa espécie de tambor com uma haste de madeira presa no centro da membrana de couro, pelo lado interno. O polegar, o indicador e o dedo médio seguram a haste no interior do instrumento com um pedaço de pano úmido, os ritmos são articulados pelo deslizamento deste tecido ao longo do bambu. A outra mão segura a cuíca e com os dedos exerce uma pressão na pele. Quanto mais forte a haste for segurada e mais pressão for aplicada na pele, mais altos serão os tons obtidos.


Kora – instrumento musical formado por 21 cordas. Tem uma caixa de ressonância feita de cabaça e suas cordas eram originalmente feitas de pele de antílope. O instrumentista usa somente o polegar e o indicador de ambas as mãos para dedilhar as cordas da Kora, sendo que os dedos restantes seguram o instrumento. O som produzido pela kora é semelhante ao da harpa.

Kora
Reco-reco – objeto musical feito de madeira ou bambu com ranhuras transversais que são friccionados por uma vareta. O som é obtido através da raspagem de uma baqueta sobre as ranhuras transversais.

Tambores – são os principais instrumentos musicais africanos. Existem dos mais variados formatos, tamanhos e elementos decorativos. É um objeto musical de percussão, é oco e feito de bambu ou madeira. Além de sua utilização nos eventos festivos, os tambores eram uma forma de comunicação entre comunidades distantes, em razão de sua forte potência sonora.


Isso tudo vocês podem estar aprendendo na percussão, aqui no Bateras Beat Brasilia com o professor Rogério Paiva !

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Prof: Rogério Paiva



"Alô, Boa tarde. Ai vai uma dica, se você toca bateria e não saber ler partitura de bateria, não se preocupe! venha se juntar a nós e espantar seus fantasmas!


Nascido em Brasília, residente em Ceilândia Sul, 38 anos, estudou na Escola de Música de Brasília. Registrado na Ordem dos Músicos de Brasília nº 4152, professor de Bateria e Percussão com 16 anos de experiência, Vice- Presidente do MSM – Movimento Social de Música.
           Com vinte anos de experiência musical, tenho participado como músico profissional de grandes projetos, atuando também em várias bandas e com vários cantores no panorama artístico de Brasília.
           Atualmente além de músico percussionista sou também professor de bateria e percussão nas escolas “Curso Livre de Música Mara Vasconcelos”, Bateras Beat e Instituto de Música Tocata, nos quais desenvolvo uma didática própria voltada para um melhor e mais rápido aprendizado.
        Não tenho apoio de marca.
        E-mail: paivarogerio@hotmail.com
        Fone: (61)8435-3272









quinta-feira, 24 de julho de 2014

Esteira




1. É importante que o rebaixo do tambor faça com que a esteira se aproxime de modo uniforme a pele de resposta. Se tiver usado esteiras de baixa qualidade, no local onde os fios são soldados pode acontecer de ter protuberâncias ou farpas. Isto pode dar a sensação de que peles de resposta mais finas não são satisfatórias ou produzem prematuramente a quebra das peles. Muitas vezes por este motivo pasa-se a usar peles de resposta mais grossas, No entanto pode-se arriscar a usar as Aquarian Hi-Performance series pela sua construção única, pois sendo mais grossas, protegem melhor, conservando ainda a resposta de uma pele mais fina tipo Médium. 

2. Esteiras são importantes, por isso deve se levar em conta à largura e o material do qual estão feitas. Enquanto você troca a esteira para melhorar o som de sua caixa, esteja certo se realmente é da largura apropriada e se encaixa e prende direito no automático. 

3. O Aço carbono é mais brilhante do que o aço inox, assim como outro material tais como tripa, cobre ou sintético terão menos brilho. 

4. Quanto menos retorcidos os fios, mais articulação e menos volume (Por exemplo, esteiras de cobre) 

5. Esteiras mais largas soam com maior volume porem são tão sensíveis que você perderá o controle das vibrações e zunidos produzidos. Por isto se comprar a mais larga e a esticar ao Maximo para conseguir eliminar os zunidos, melhor ficar com a original. 

6. Esteiras largas com uma separação interna darão um som mais seco, gordo. 

7. Se você tem uma pegada muito forte, chegará num ponto onde não conseguirá incrementar nada ao volume em geral da caixa, pelo contrario soará com menos ataque que com volumes mais moderados. Isto é visto que você estará ouvindo mais o som de “tontom” o “timbales” da caixa, em virtude de estar batendo somente na batedeira. 

8. A resposta da caixa é o lado “excitado” e só conseguirá move-lo quando bater. Por isto, não é trocando esteiras que haverá de conseguir maior volume ou ataque, só depende do jeito que você bate.

Quando trocar as peles .



Há vários indicadores que determinam quando uma pele deve ser trocada. Só não esqueça, estamos falando aqui tanto do ponto de vista prático quanto do “purista”. 
Fora o obvio, quando há um buraco na pele, qualquer pele deve produzir um som. 
A pergunta é: que som? Por isso que em muitas ocasiões você deverá ser o juiz do quando, do chega. Mesmo assim seguem algumas simples diretivas: 

Quando a camada porosa começa a desaparecer. Se você usou a pele até este ponto, com certeza já deve estar com a afinação nas alturas, você tem uma pegada e tanto ou a pele está no tambor há muito tempo. O resultado, veja abaixo. 

Quando a pele é removida do tambor percebe-se uma aparência achatada, ondulada. Este é o indicador de que a pele foi esticada alem de seus limites, afinada num ponto onde quase nada de elasticidade existe, ou apenas foi forçada. Sem dúvidas, é hora de trocar de pele. 

Quando tentamos afinar grave o tambor não chega ao ponto desejado e começa a produzir um som distorcido ou um zunido. Este é um indicador de que a pele começou a lacear e assim não tem mais capacidade de ficar em constante contato com o tambor. 
Nas peles de filme duplo, isto pode ocorrer antes pois o filme superior sempre terá uma tensão diferente que o filme inferior. A pele não estará completamente perdida, mas será necessário usar uma afinação mais alta a partir deste momento ou como alternativa, pode-se tentar reassenta-la usando o secador de cabelos. 

Quando tem de tocar em lugares diversos, com diversos tamanhos, pequenos, grandes, com mais ou menos reverberação. Um som ou afinação, que funciona num pequeno ambiente não haverá de funcionar tão bem num ambiente maior. 
Deve-se considerar quais componentes do som estão chegando na platéia. 

Por exemplo, peles para serem microfonadas, haverão de ser diferentes que as usadas de modo acústico. 
Um kit de peles muito ressonante pode-se converter num pesadelo para o técnico de som. 
Enquanto o baterista é inspirado por um timbre, uma sala grande ou uma sala de gravação podem transforma-lo num som sujo, junto a overtones (harmônicos de alta freqüência) e prolongados decays, quando mixados junto a outros instrumentos acústicos ou não. 
Em lugares maiores, com técnicas de microfonação de proximidade, é típico dos bateristas usarem peles de filme duplo, assim o som é mais abafado, controlado. Você agrega um pouco de energia, e em virtude do tamanho da sala, reverberará melhor. Assim como, em espaços maiores, será exigida uma colocação de notas e viradas mais seletiva ou simplista porque a audiência não ouvirá os detalhes.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ótimas dicas para músicos!


1- O músico precisa aprender a se “MIXAR” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical. 

2- Todo músico deve treinar PRÁTICA DE CONJUNTO se quiser amadurecer mais rapidamente. 

3- A TEORIA MUSICAL é fundamentalmente necessária, mas entre a teoria e a prática há uma distância que poucos querem percorrer. 

4- “Um bom médico não é aquele que receita um remédio sem saber o que está fazendo. Um bom músico não é aquele que TOCA SEM SABER O QUE FAZ”. 

5- AUTODIDATA – Há um engano no uso deste termo, pois há muitos analfabetos musicais dizendo-se autodidatas (uma desculpa para a preguiça). Autodidata é aquele que estuda sem um professor, mas estuda. 

6- Uns falam antes de tocar algo, outros TOCAM ANTES DE FALAR ALGO. Eis a diferença entre “músicos” e músicos. 

7- O músico deve aprender a conduzir uma MÚSICA COMO ELA É e não como ele acha que deve ser. Isto é MATURIDADE. 

8- Há músicas em que o METRÔNOMO só serve para o primeiro compasso, porque necessitam de uma INTERPRETAÇÃO FLEXÍVEL. 

9- A PULSAÇÃO RÍTMICA, bem como o andamento, são para serem sentidos e não ouvidos. Este princípio é para todos os músicos, mas fundamental para bateristas e percussionistas. 

10- Acompanhar um cântico é antes de tudo uma prática de HUMILDADE E SENSIBILIDADE. Nas igrejas, geralmente, os músicos querem mostrar toda a sua técnica em hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir, ou seja, economize informações musicais. 

11- Há uma tendência atual de supervalorizar a VELOCIDADE DO MÚSICO, quantas notas ele executa por tempo. Velocidade não é sinônimo de bom músico. O bom músico é aquele que tem a sensibilidade de fazer a coisa certa na hora certa. A velocidade é uma consequência. 

12- A TÉCNICA deve ser estudada e sempre aprimorada, mas lembre-se de que é um meio de facilitar a execução da música e não um meio de EXIBICIONISMO. 

13- Uma boa maneira de aprimorar a interpretação é APRENDER PRIMEIRO A SE OUVIR, DEPOIS EXECUTAR. Tem gente que canta e toca e não sabe o que está fazendo; acostume então a gravar o que é executado e seja autocrítico, estude, grave e ouça o que estudou; com o tempo você encontrará a forma ideal para a sua execução. 

14- Lembre-se: PAUSA também é música, portanto, “não sole na pausa”. 

15- A música possui três elementos básicos: HARMONIA, MELODIA E RITMO. Procure distribuir os instrumentos musicais no arranjo conforme estes elementos. Há instrumentos harmônicos e melódicos, há somente melódicos, há rítmicos e instrumentos que fazem os três, mas defina no ensaio ou arranjo, quais serão os devidos “papéis” para cada instrumento. 

16- A ESCOLHA DO TOM DE UMA MÚSICA depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Outra observação é que o tom pode influenciar na sonorização da música vocal com acompanhamento. O problema é que muitos confundem. Na música instrumental, a técnica e a expressão são mais exigidas porque as notas devem transmitir algo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos. 

17- VERSATILIDADE – Procure ser o mais possível. Saiba ouvir vários estilos, do erudito ao moderno, ouça com ouvido crítico e analítico. Saiba ouvir. Extraia coisas boas de cada estilo. Outro detalhe é o músico não ficar “preso” somente ao seu instrumento, saiba apreciar a forma de execução como sonoridade e fraseado de outros instrumentos. 

Essas dicas não vão torná-los um astro da música, mas também não vão prejudicá-los! Afinal de contas, como dizia o filósofo Sócrates "Só sei que nada sei", ou seja, pelo sim, pelo não, sigam as dicas.