sexta-feira, 13 de junho de 2014

Estudos de independência motora através da combinação de ostinatos na construção de grooves- Por Daniel Oliveira



Este estudo visa a obtenção de coordenação motora e independência através da com- binação de células rítmicas (ostinatos), em uma base de cada vez, até a exaustão de possibilidades com uma, duas, três e quatro vias.

Para tal, divide-se o mesmo em quatro fases. A primeira é a análise das células rítmicas a serem estudadas e a escolha da matriz (ostinato base a ser tocado pela mão forte), neste caso dentre as variações de semicolcheias. Também é parte da primeira fase a colocação da nota com a mão fraca no segundo tempo. A segunda fase, os ostinatos já adicionados da caixa no segundo tempo são sobrepostos às variações de semicolcheias com uma, duas ou três notas por tempo, a fim de se esgotar as possibilidades de combinações não só com o bumbo, mas de ambos os pés com os ostinatos, dando início ao estudo de coordenação motora de três vias. A terceira fase compreende as sobreposição dos padrões às notas colocadas no chimbal com o pé nas quatro posições essenciais de semicolcheias a ser tocado pelo membro inferior fraco. Por fim, a quarta fase compreende a colocação de mais notas com a mão fraca na caixa em três padrões pré-determinados, a fim de se estudar as notas fantasmas. Nesta primeira matéria da série serão demonstradas as duas primeiras fases.

Análise De Ostinatos

O ostinato escolhido é composto por duas colcheias por tempo, tocadas no chimbal com a mão forte.


Após a execução e do mesmo, adiciona-se a caixa na mão fraca.



Variações De Bumbo

Nesta fase passa-se à adição de notas no bumbo com o pé forte (direito para destros e esquerdo para canhotos), para o estabelecimento da coordenação motora de três vias: duas mãos e pé forte. Adiciona-se uma variação de bumbo de cada vez e em todas as posições possíveis de uma duas ou três notas por tempo visando o esgotamento das possibilidades de coordenação de três vias. Convém frisar que a repetição determina a fluência no exercício. Uma vez dominados os exercícios, eles devem ser repetidos mas agora executando as variações de bumbo no chimbal e com o pé fraco.

Uma nota por tempo




Duas notas por tempo


Três notas por tempo



A título de sugestão, é importante a execução dos mesmos exercícios mas com a colocação de bumbos à escolha do executante para, assim criar seus próprios grooves.

Também importante é a execução dos exercícios agora com a mão fraca no chimbal e mão forte na caixa. Para um desenvolvimento ainda mais consistente recomendo também a execução com pés trocados. Para mais ostinatos e sugestões de combinações, sugiro a leitura do livro “Estudos de Coordenação e Independência Motora Através de Ostinatos - Análises em Duas Três e quatro Vias”, de minha autoria, em que exploro os ostinatos de base semicolcheias em sua totalidade.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Nathalia Reinehr




NATHÁLIA REINEHR
RELEASE
Especialização: Bateria
Carteira de Músico: OMB nº 4511

Formação musical
O primeiro contato com o instrumento se deu aos 12 anos, posteriormente em 2004 iniciou sua formação musical no reconhecido Instituto de Bateria Bateras Beat. Nesta escola, já no ano de 2006, concluiu o Curso de Bateria Avançado, durante o qual colheu lições de mestres como Renato Glória e Célio Maciel.
No ano de 2011, concluiu o Curso Básico de Teoria Musical na Escola de Música de Brasília — EMB, instituição a que ainda se encontra atualmente vinculada, sendo aluna de bateria do Prof. Paulo Marques e do Prof. Ticho Lavenere. Além da participação em inúmeras apresentações e saraus, na EMB frequentou o Curso Internacional de Verão por três anos (2006, 2007 e 2009), o que lhe possibilitou compartilhar o palco com grandes instrumentistas e obter inestimáveis lições de bateristas como Paulo Braga, Rafael Barata, Kiko Freitas, Gledson Meira, Duduka da Fonseca e Jorge Gomes.

Breve histórico artístico
Com a banda Torke, gravou o disco Pista Livre, além de participar de grandes festivais, entre eles o Festival de Música do Guará — FEMUG/2009, o Festival Interno de Música Candanga da Universidade de Brasília — FINCA/2009 e o SpeedStock, tendo obtido a segunda colocação neste festival. Em 2011, a Torke participou das seletivas dos concorridos festivais Porão do Rock e Brazilian Beat (festival de música da Yamaha). Além disso a Torke foi entrevistada pelo programa Synergia e também pelo Globo comunidade, tendo cenas no jornal DFTV, ambos da Rede Globo de televisão.
Com a banda Uneven Times, gravou a demo Draft e realizou vários shows, entre os quais se destacam o festival Rock Fest (Catanduva/SP), o Projeto Campus Sonoro e FINCA/2010 (UnB), o Duelo de Bandas do Gama e o festival Rolla Pedra/2009. Neste último, a Uneven Times foi a banda mais votada.
Com a banda Retrô, em 2011, participou do EMAC, na cidade de São Luís (MA).
No pioneiro Projeto She Shakes The Earth — SSE, iniciado em 2009, acompanha mais de vinte mulheres instrumentistas e vocalistas, de Brasília e do Brasil, que se revezam no palco para tocar músicas no estilo heavy metal e rock.
Com Mariana Camelo e os Mutais gravou o disco Contradição e outras Estórias.
Finalmente, participou de outras bandas como a Lady Evil, BMS, Mutais e Rockzone, com as quais executou músicas cover de hard rock, com presença assídua nos mais recomendados pubs e teatros da Capital Federal como Gates Pub, Uk Brasil, Orriley, Cult 22, América Rock club, Blues Pub, Bar da Toinha, Terra do Nunca rock pub, entre outros. E participou de festivais consagrados como Porão do Rock (Eletrodomesticks, 2012), Canta Ceilândia (Mutais, 2011/2012), Festival Universitário de Musica ainda em andamento (Mutais, 2012), Projeto Edição de Música (Mutais, 2012), Projeto Móveis convida (Mutais, 2012) e no Brasília Moto Capital (Rockzone, 2011) e em encontros motociclisticos nas cidades de Jataí, Morrinhos e Cristalina e no Autódromo de Brasília.

Trabalhos atuais
Como professora, atualmente ministra aulas no Instituto de Bateria Bateras Beat, ofício que exerce desde 2007. Atualmente está ministrando seu aulão que tem como tema compassos compostos e mistos, que apresentou recentemente no Bateras Beat (15/09/2012). Como baterista, participa das bandas Torke, Uneven Times, Mutais e Retrô, além de ser partícipe do Projeto She Shakes the Earth — SSE e de espetáculos artísticos eventuais, para os quais recebe constantes convites.


Dados Pessoais
Nome Completo: Nathália Reinehr Fernandes
Data de Nascimento:  15/02/1985
Carteira de Identidade: 2.252.639
CPF: 011.427.291-33
Endereço: nathalia.reinehr@gmail.com
Contato (email, telefones, twitter, etc.):
Telefone: (61) 81153311

Referências (myspace, facebook, orkut, etc.):

Hugo Sousa


Release

O intermédio pela musica veio cedo através do meu pai que sempre teve um bom gosto pela musica, logo me mostrou bandas que mais tarde fariam parte da minha formação musical tal como Deep Purple, Led Zeppelin, Pink Floyd, Dire Straits etc.
E alguns artistas solos como Jimmy Hendrix, Eric Clapton, Jeff Beck e etc.

Aos 15 anos de idade ganhei uma guitarra e me dediquei a tocar os grandes solos dos meus ídolos e fui estudar guitarra com Pedro Pantoja onde me ajudou a abrir a mente para música e atualmente continuo a me dedicar com Ian Bemolator um grande guitarrista e o Marcelo Barbosa um dos maiores guitarrista do Brasil.














sexta-feira, 6 de junho de 2014

Tipos de Baqueta- Conheça e escolha o seu!!!

Para executar da melhor maneira seu arranjos rítmicos, a escolha criteriosa de uma baqueta é tão importante quanto a escolha das peças do seu set up. 
O primeiro detalhe interessante é a escolha da madeira. No mercado, as mais usadas nas baquetas são a Maple, Hickory e Oak. Um acessório de boa qualidade não pode ter um som fechado e muito menos estar empenado, por isso, observe o estalado batendo uma na outra e role em uma superfície plana observar se elas estão empenadas. 
Existem baquetas com ponta em nylon e de madeira. As de Nylon são mais usadas para rebote nos tambores, além de dar brilho nos pratos. Já as de madeira são mais versáteis e são destinadas para vários tipos de sonoridade de acordo com os modelos. 



O modelo 7A é mais fina e leve sendo ideal para tocar estilos que necessitam de pouco volume como jazz e bossa Nova. A 5A é um modelo mais intermediário usada muito por bateristas de pop rock. Já a 5B e 2B são para os  “mãos pesadas” que curtem metal e suas variações. 


Existe também a baqueta vassourinha para criar arranjos e texturas sonoras suaves, principalmente, com a técnica de arrastar as cerdas sobra a pele.  Seus suportes são feitos de plástico, madeira ou alumínio e algumas são cobertas por borracha para dar mais firmeza. 

Existe também a baqueta acústica chamada de Rod Stick.Ela é um modelo ideal para o músico que precisa controlar o volume sem mudar muito sua “pegada”. É constituída de um feixe de varetas de madeira e pode-se criar bons efeitos especiais. 

Já as mullets são baquetas de efeitos com ponteiras de diversos materiais como madeira, borracha, acrílico, pano, nylon, feltro. São bastante usadas em tímpanos, marimba, vibrafone, carrilhão, entre outros. Na bateria acústica é usada apenas para efeitos. 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Seu estilo de caixa

Então vamos lá...

Para escolher a caixa certa para seu set em 1º lugar tem de saber que estilo voçê toca ou vai tocar, porque existem vários tipos de caixa que produzem varios tipos de som. O som certo para voce ,depende do seu gosto musical e principalmente do estilo musical que voce se está envolvendo, cara. Tem caixa para jazz, Rock, Metal, Punk e Funk.


Caixa de Jazz - A caixa de Jazz é feita de Madeira, ou Metal ( latão ) e é normalmente tocada com vassoura e raramente com baquetão. Digo raramente no sentido figurado pois me refira ao Traditional Jazz. Normalmente suas medidas são de 14"x 6". As peles são 1 ply white coated para o varrimento soar na harmonia. 

Caixa de Rock - A Caixa de Rock são na maioria feitas de AçO Inox pra produzir som bem alto para furar e se ouvir no meio das malha das gutarras ( distorção).Suas medidas normais são de 14" x 5.5". As peles são supercoated com dot exterior e/ou interior ou sem eles tambem mas seu filme 
de 1 ply é grosso o que lhe confere muflle natural. muffling. 

Caixas de Metal - São feitas de vários materiais como , Latão, Aluminio, Bronze, Carbono, Acrilico, etc. Esta caixa soa paca alto e com harmonico/timbre mais brilhantes que as outra atrás. Podem medir entre 13" a 15" x 8". Pode-se usar também neste estilo versões mais pequenas aquelas aque chamamos de piccolos ou sopranos. Suas peles são igualmente as atrás referidas para rock, ou então as clear de 1 filme grosso.

Caixas de Punk - Este tipo de caixa tem de ser configurada conforme seus HH.Tem de tocar tão alto como eles,sejam eles quais forem ou sejam as caixas quais forem , nenhum valor pode ser ultrapassado, Caixa e HH tão de ter altura sonora igual. Tá bem de ver né? Aqui também tem de configurar as peles e seu timbre, o que neste caso pode ser fácilmente configurado. A medida ideal sera de 15"x 5.5".

Caixas de Funk - A caixa de funk, tem de ter seu som bem distinto de todas as outra, e som altamente bem acentuado. Nesta caixa , as peles sofrem tensão bem alta para seu tune soar com crackado mantendo um total dominio/caracteristica no estilo/temas/e harmonias( som caracterizado pala caixa o Funk, tambem no baixo e nas guitarra, mas estamos falando só de caixa. Suas medidas variam entre 12", 13" e 14", sendo tambem variada a sua profundidade dentro dos produtos standard. Peles normalmente 1 ply coated filme médio.

fonte:(bateristaspt.com)